Meu Deus eu Creio, Adoro, Espero e Amo-Vos. Peço-Vos perdão para todos aqueles que não creem, não adoram, não esperam e não Vos amam.

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By Translate Formação Católica

08 agosto 2017

O VATICANO II É O 1789 NA IGREJA - DOM LEFEBVRE


Paulo VI e João XXIII, Papas Revolucionários.

"Porque virá tempo em que os homens já não suportarão a sã doutrina da salvação. Levados pelas próprias paixões e pelo prurido de escutar novidades, ajustarão mestres para si. 4.Apartarão os ouvidos da verdade e se atirarão às fábulas."
II Timóteo IV, 3-4.



“Vaticano II, é o 1789 na Igreja”

A aproximação que eu faço da crise da Igreja com a Revolução Francesa não é uma simples metáfora. Nós estamos na continuidade dos filósofos do século XVIII e do transtorno que suas idéias provocaram no mundo. Os que transmitiram este veneno à Igreja são os mesmos a confessá-lo. É o cardeal Suenens exclamando: ”o Vaticano II, é o 1789 na Igreja”, e acrescentava, entre outras declarações desprovidas de precauções oratórias:

”Não se compreende nada da Revolução Francesa ou russa se se ignora o antigo regime ao qual elas puseram fim... Igualmente em matéria eclesiástica, uma reação não se julga senão em função do estado de coisas que a precedem.”

O que precedeu e que ele considerava como devendo ser abolido, é o maravilhoso edifício hierárquico que tinha no seu cimo o papa, vigário de Jesus Cristo sobre a terra:

”O concílio Vaticano II marcou o fim duma época, por menos que se recue, ele marcou mesmo o fim de uma série de épocas, o fim de uma era”.

O padre Congar, um dos artífices das reformas não falava de outra maneira: “A Igreja fez, pacificamente, sua Revolução de outubro.” Plenamente consciente, ele notava: “A declaração sobre a liberdade religiosa diz materialmente o contrário do Syllabus”.

Eu poderia citar um grande número de testemunhos deste gênero. Em 1976, o Pe. Gelineau, um dos chefes de fila do centro nacional de pastoral litúrgica, não deixava nenhuma ilusão àqueles que querem ver no novo ordo alguma coisa um pouco diferente do rito que era universalmente celebrado até então, mas nada de fundamentalmente chocante:
”A reforma decidida pelo segundo concílio do Vaticano deu o sinal do degelo... lanços inteiros de muralha desabam... Que não haja engano a respeito: traduzir não é dizer a mesma coisa com outras palavras. É mudar a forma... Se as formas mudam, o rito muda. Se se muda um elemento a totalidade significativa é modificada... É preciso dizer sem circunlóquios: o rito romano tal como nós o conhecemos, não existe mais. Foi destruído” 1.
Os católicos liberais estabeleceram verdadeiramente um estado revolucionário. Eis o que líamos no livro de um deles, o senador do Doubs, M. Prelot 2.

“Lutamos durante um século e meio para fazer prevalecer nossas opiniões no interior da Igreja e não tivemos êxito. Enfim chegou o Vaticano II e triunfamos. Doravante as teses e os princípios do catolicismo liberal foram definitiva e oficialmente aceitos pela Santa Igreja.”